Como identificar empresas que financiam o terrorismo

Estamos novamente passando por um período onde o mundo volta os seus olhos para o Brasil, a poucos dias do início das olimpíadas, as delegações estrangeiras já começam a desembarcar na cidade maravilhosa (Rio de Janeiro), ameaças sobre terrorismo estão sendo constantes. Precisamos falar sobre a ameaça terrorista.

É um assunto extremamente polêmico e delicado, afinal, não há praticamente fatos que envolvam instituições com o terrorismo.

O que temos visto nos programas jornalísticos, é exatamente o contrário de um evento esportivo, vemos a preparação para uma guerra. Até então, a segurança de inocentes e das delegações estrangeiras é o que mais importante, além de, ser suma responsabilidade do governo brasileiro.

Há 2 anos atrás, o Brasil se mostrou um país preparado para receber grande eventos, apesar de todo o investimento superfaturado que culminou ainda mais nos casos de fraude e lavagem de dinheiro.

Agora, diante de mais um evento de peso global e com ameaças eminentes de ataques terrorista, como país, estamos diante de mais uma prova real.

Março de 2016, sancionada a lei n° 13.260/2016

 

No início desse ano (2016), foi aprovado pelo congresso nacional a lei n° 13260/2016, intitulada como a Lei antiterrorismo.

A definição de terrorismo contida no projeto, trazia atos e prática como xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo, pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

Veja mais no artigo publicado pela Agência Senado.

A lei causa polêmica, por conter algumas definições consideradas “excessivamente amplas e imprecisas” pela presidente da república afasta Dilma Rousseff, vetando oito artigos da lei.

A lei antiterrorismo causou também muitas divergências de opinião entre advogados, algumas declarações vinculadas no blog da Veja.com, na coluna de Mauricio Lima, professores expõem suas opiniões sobre o caso (Você pode conferir acessando o artigo).

Enfim, a lei antiterrorismo já está em vigor há 4 meses e durante esta semana a PF já fez suas primeiras prisões baseadas na mesma. Após a efetuação das prisões, alguns ministros fizeram algumas declarações que segundo o governo, foram um tanto infelizes ao chamar os suspeitos de “amadores” e “sem preparo”.

Quando empresas financiam o terrorismo

 

Talvez, seja difícil imaginar que empresas, sendo ela públicas ou privadas, possam financiar o ataque ao terror, mas, não se pode negar que essas “instituições” terrorista não são amadoras e para ter acesso a armamento pesado, recursos financeiros exuberantes e divulgação de mídia, as suas relações comerciais são bem definidas.

O propósito desse ponto é tentar identificar recursos que possam ser úteis na hora de investigar se alguma empresa está ou não envolvida com atos de terrorismo e como isso influencia na imagem e reputação das organizações.

Em um artigo publicado pelo site da bbc.com, eles abordam o tema “de onde vem o dinheiro que financia grupos extremistas?”, e apontam um resultado interessante das fontes de rendimentos anuais.

  • US$ 800 mi – Estado Islâmico – Venda de petróleo e impostos.
  • US$ 400 mi – Talebã Afegão – Doação e vendas de drogas.
  • US$ 10 mi -Boko Haram – Resgate de reféns.

Podemos identificar que o maior faturamento vem do grupo estado islâmico e que suas principais fontes de captação desses recursos vêm através da venda de petróleo e impostos. Mas, quem negocia petróleo com grupos extremistas? Sheiks? Empresas privadas? Governos?

Bom, é um assunto discutível e muito polêmico, que com certeza é tratado pelas seguranças nacionais.

Aqui no nosso blog abordamos alguns artigos sobre a importância se se conhecer os parceiros de negócios e fornecedores.

Veja Também:

Por que consideramos importante conhecer os fornecedores e parceiros de negócio? Bom, isso é bem simples, você como gestor não gostaria de se relacionar com alguém que tem uma reputação de praticar fraudes financeiras, de fazer parte de atentados terroristas. Com toda certeza, tal envolvimento mancharia a reputação do seu negócio e nesse ramo, a reputação é tudo.

Negócios onde um dos parceiros não conhece características do outro com certeza não será bom para sua organização. Conhecer fornecedores é uma das práticas do novo compliance e de governança empresarial, se não seguido, pode implicar em sérios problemas para as empresas.

Como e quais fontes podemos identificar o envolvimento de empresas com atos de terrorismo?

O uso de softwares podem ser uma solução para empresas na hora de iniciar um processo investigativo quando estiver envolvido em negociações com entidade que possuam características tendenciosas.

É importante frisar que milhares de dados são gerados diariamente na internet, seja por pessoas ou por empresas e esses softwares são desenvolvido com o objetivo de contribuir para as melhores práticas legais dentro das organizações.

A plataforma upMiner é um sistema inteligente de automação de pesquisas desenvolvida pela upLexis Tecnologia. O objetivo da plataforma upMiner é fornecer informações que sejam relevantes para o processo de tomada de decisões e para conseguir essas informações, a plataforma faz uma varredura de todos os dados disponíveis na web.

 

Através de parcerias com fontes relevantes, a plataforma consegue coletar qualquer dado disponível na internet sobre pessoas físicas e jurídicas, trazendo em formato de dossiê todos os dados para serem avaliados e servirem de base na hora de tomar uma decisão.

Conclusão

Com tantos casos acontecendo simultaneamente em nosso país, fica difícil focarmos nossa atenção para situações que envolvam o nosso negócio.

Na busca de fugir da crise, acabamos nos envolvendo em qualquer tipo de negócio, sem nem analisarmos todos os fatores que podem trazer consequência desagradáveis no futuro.

É importante não os abalarmos com a situação econômica que o nosso país enfrenta, mas em momentos assim, torna-se ainda mais fundamental a aplicação de práticas de governança corporativa e estruturação de processos legais dentro das empresas.

Com o desenvolvimento de algumas leis que frisam combater fraudes, terrorismo, lavagem de dinheiro e entre outros, as empresas devem se preocupar sim com a forma em que estão atuando e desenvolvendo os seus negócios, procurando captar situações que as coloquem em situações de risco administrativo.

Caso tenha ficado alguma dúvida sobe o tema ou como podemos usar a tecnologia para analisarmos nossos fornecedores e parceiros, entre em contato com nossos especialistas e saiba como aplicar na prática medidas que contribuam para a melhor gestão de riscos da sua empresa.

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